Uso De Termômetros De Mercúrio Pode Ser Vetado.

De acordo com a Anvisa, há outros instrumentos disponíveis no mercado que não contenham metal, um elemento tóxico para os seres humanos e o meio ambiente.

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Termômetros e monitores de pressão arterial, equipamento utilizado para medir a pressão arterial, com coluna de mercúrio pode ser em tempo emprestado. Esta semana, a agência de vigilância sanitária nacional (Anvisa) abriu uma consulta pública para discutir a proibição do fabrico, importação, comercialização e utilização dos serviços de saúde desses instrumentos no Brasil.

Estes dispositivos têm uma coluna transparente que contenham mercúrio em seu interior, que é projetado para medir valores de temperatura do corpo, no caso do termômetro, a pressão arterial e, no caso do esfigmomanômetro. Mercúrio, no entanto, é uma substância tóxica para os seres humanos e o meio ambiente. Na natureza, você pode se conectar com outros produtos químicos na forma de metilmercúrio, um formulário que pode ser ainda mais prejudicial.

De acordo com o Ministério da saúde, o metilmercúrio pode danificar os rins, fígado e sistema nervoso central. Isso pode causar perda de coordenação motora, dificuldade na fala e distúrbios de audição, sensoriais, fraqueza muscular e levar à morte. De acordo com a Anvisa, já existem no mercado alternativo de equipamentos com a mesma finalidade e não usando a coluna de mercúrio.

A proposta de extinguir os termômetros e esfigmomanómetros mercúrio é parte de um compromisso assumido pelo governo durante a Convenção de Minamata, um tratado global que visa proibir, até ao ano 2020, os produtos que contenham metal. A proibição da substância é uma tendência global. A União Europeia proibiu os termômetros de mercúrio em 2007 e nos Estados Unidos, 13 Estados têm leis que impedem a fabricação, venda e distribuição destes instrumentos. Além do Brasil, outros países assinaram a Convenção 139 de Minamata.

A consulta pública será disponível a partir da próxima segunda-feira (27) até 25 de agosto. Se aprovada, a resolução é devido à entrada em vigor em janeiro de 2019. A proibição não se aplica, no entanto, para instrumentos utilizados na pesquisa, calibração de instrumentos e uso como referência.

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